JS4Girls: Garotas na programação!

Empoderamento feminino: o termo que se refere à integração das mulheres para garantir a igualdade de gênero em diferentes atividades tem ganhado lugar em vários ambientes e chegou para ficar também ao mundo da informática. Isso no que depender do JS4Girls, curso de introdução à linguagens de programação.

O JS4Girls, que significa JavaScript Para Garotas, teve sua primeira edição realizada no dia 15 de agosto deste ano, com o desafio de inserir as mulheres em um meio em que os homens predominam. Eles são maioria, mas não são os únicos! Muitas meninas também trabalham com diferentes cargos utilizando a linguagem de programação e são elas que estão dando vida ao JS4Girls. Voluntárias do mundo todo estão doando um pouco do seu tempo para ensinar outras meninas uma introdução de HTML, CCS e JavaScript, linguagens básicas no desenvolvimento de sites.

js4girls

Todo o evento, desde o conteúdo até às aulas, é voluntário e gratuito.

Do Brasil para o mundo

Na primeira edição 5 cidades participaram: Florianópolis, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Nova Friburgo. Foi como um evento teste, onde as orientadoras puderam ter ideia do que e como ensinar as meninas que até então não  tinham visto a tela do computador cheia de códigos coloridos compostos por letras, números e caracteres, tudo obedecendo uma ordem lógica.  A aula, que durou um sábado inteiro, acontecerá novamente, de acordo com a organização de cada cidade, com novas alunas e crescimento significativo.

A 2ª Edição acontecerá também na Nova Zelândia, Colômbia, Angola, Dinamarca, Espanha e Suíça, e a tradução do conteúdo já está sendo realizada para o inglês e o espanhol. Cada cidade tem sotaques e meninas singulares, em comum está o desejo de fazer um curso de meninas para meninas.

js4girlsriodejaneiro

Evento no Rio de Janeiro reuniu mais de 10 meninas

Por trás do JS4Girls há homens que também apoiam a presença igualitária das mulheres na informática, neste caso o mais engajado é Jean Carlo Nascimento, o Suissa, idealizador do curso. Suissa, que dá aulas online e presenciais sobre o tema é enfático ao afirmar que o meio da computação é permeado pelo machismo. “Em muitos anos lecionando tive poucas alunas. Meu objetivo com o JS4Girls é ajudar a criar um mercado igualitário”, explica.

O céu é o limite

Mesmo na 2ª edição o JS4Girls já nasceu com grandes pretensões, com aulas continuem “para sempre” e reunindo cada vez mais meninas. A ideia é que as interessadas se encontrem em uma aula introdutória. Após a aula presencial espera-se que seja possível realizar aulas online na plataforma WebSchool.io. Tudo gratuito e voluntário. Neste formato as garotas terão liberdade para aprender em seu ritmo e contar com a ajuda das organizadoras na primeira aula.

js4girlsportoalegre

Evento em Porto Alegre reuniu o maior número de meninas: foram 25 alunas!

Se você ficou interessada em levar o JS4Girls para sua cidade entre em contato através da página do evento no Facebook. Para se inscrever como aluna no 2º JS4Girls, basta preencher o formulário liberado semanas antes do evento em cada cidade. Fique atenta!

ServiçoJS4Girls

O quê: Curso de JavaScript para meninas

Quando: À combinar com a organização do evento na cidade.

Quanto: Gratuito

Onde: Consulte cidades na página do evento.

A vida que insistimos em anestesiar

Featured image

A Cada dia percebo que as coisas estão ficando mais e mais insanas e que a normalidade, em todas as suas variáveis, é um estado psicológico de defesa. Nós estamos constantemente nos alienando do mundo cruel e violento, pois como seres sociais que somos, vivemos em uma sociedade que nos destrói. Assim nos alienamos e para não nos incomodar, nos alienamos para não chorar, nos alienamos para não se exaltar, enfim para não sofrer, mas infelizmente ao nos refugiarmos da realidade contribuímos, e muito, para a condição de domesticação humana. Infelizmente, ou felizmente, fechar os olhos não impede que você, eu e nós, cotidianamente, a senhora realidade nos de tapas na cara. Mesmo que só compreendamos seus efeitos tardiamente. Se pararmos para sentir a dor, sem medo deste constante contato da realidade, poderemos ver que o tabefe se torna um afago de compreensão critica sobre o que é mesmo essa realidade. É possível, dentro da cultura do silêncio que nos apresentaram, e que tanto protegemos nos colocarmos na posição de enfrentamento da sedutora abdicação generalizada que nos rodeia. Abdicação que tem no consumo o preenchimento do vazio social… de nossa necessidade de gente. Essa abertura, confrontada com a realidade que eu e o outro vivenciamos nos fará mais tolerantes com a existência intencional de muitas outras pessoas… Poderemos até um dia perceber que perto de nós, em um beco escuro e sujo, vivem pessoas. E nos questionaremos se ela, enquanto gente, esta de fato vivendo como tal? Não adianta tapar os olhos com pão ou circo, pois essa sua coleira nunca vai deixar de se apertar, até chegar o dia em que os seus olhos ficaram permanentemente fechados. E eis a questão que surgirá… O que eu vivi? E acompanhada dela a terrível percepção de que a minha vida foi vivida para os outros e que o tempo nunca realmente volta atrás.

Prioridades

Pensou dar-se aqueles prazeres bobos que deixam qualquer humano instantaneamente feliz. Comer algo que libere endorfina, dopamina ou qualquer outra -ina. Fácil,  rápido e superficial. Tudo que precisava.
Mas comer o que? Sorvete? Muito gorduroso. Chocolate? Colesterol. Suco? Muito conservante. Skinny? Sódio. Bala? Muito açúcar. Batata frita? Gordura hidrogenada.
Ser feliz não é saudável. Mais simples viver triste. Concluiu. E continuou digitando.

31 músicas para conhecer os músicos do FICA

O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, o #FICA2015, está aí! E a discussão sobre o fim das apresentações nacionais, a união desvariada de Secretarias estaduais e o corte de verbas públicas  – não só para este mas para toda a programação cultural em Goiás – quase apagou a imagem que o FICA tenta trazer a tona: a produção audiovisual sobre o meio ambiente, oras!

Se há males que vem para bem talvez o FICA, e a produção regional, foram “vítimas” agraciadas com a ~crise~ (de um dos países que mais cobram impostos no mundo). Esse ano todas as apresentações musicais são de artistas regionais! Maravilhoso, não? Para os artistas um palco com público do mundo todo. E o público conhece o que Goiás tem de bom!

Continuar lendo