155 de golpembro de 2016 (o ano que não acabou)

Sabe o que não entendo? Continuam cobrando, e aumentando, impostos e porque os governos estaduais em austeridade por que? Empregado ou desempregado, quem respira nesse país tem que pagar imposto.

Agora a festa é de quem tem o poder da canetada, ser funcionário público já foi sinônimo de um emprego importante, hoje eles estão comendo o pão que o Michel amassou.

O Celso Ramos tá em colapso. Já passei 5 horas na fila do HU para ser atendida na emergência. Em Goiás os professores não sabem quando, nem quanto vão receber, a segurança pública nem precisa falar né? Se fosse possível terceirizar juízes e vereadores/deputados será que a saúde, a educação e a segurança pública estariam pagando o pato que pagam hoje?

Sério, não entendo mesmo, algum economista?

[das conversas tristes e cheias de indignação que eu e minha mãe temos eventualmente]

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Um blog não é um blog se…

Então é Natal e o que você fez? Abandonei meu blog!

Bom, o que é mais comum que uma jornalista com um blog?  Claro que é um blog abandonado!

Mas é hora de fazer um post para dar aquela reativada – e parar de receber notificações do WordPress dizendo que já faz não sei quantos meses que não publico algo novo. Como se fosse preciso uma máquina me lembrar que sou procrastinadora!

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Como tudo na vida tem um motivo, tá tudo conectado, com fatores anteriores e posteriores, acho que vale a pena elencar as principais razões de ficar tanto tempo sem publicar no Jabuticário.

Top 3 Desesperos de 2016

Se puder existir justificativas para deixar esse projeto lindo em stand-by então eu tenho algumas. Podem não convencer muita gente, mas para deixar minha consciência tranquila vou resumir com muito amor no Top 3 de desesperos de 2016:

♥ Inicialmente sumi porque comecei a estudar para a prova de mestrado e acho que valeu a pena porque…

♥ Passei na prova – agora sou uma mestranda! – e isso meio que reduz o tempo para escrever aleatoriedades

♥ O golpe que estamos vivendo no Brasil me deixou realmente muito muito muito triste, então ultimamente não tenho escrito nada, nem mesmo para o mestrado, rs. Por sinal a única coisa que me faz escrever é o Diarinho do Golpe, onde estou registrando todos os retrocessos que estamos passando oficialmente desde 31 de agosto de 2016.

2016 nem foi tão ruim assim – mas só para mim

Ok, numa perspectiva pessoal 2016 foi até um ano bacana:

Elias, o sobrinho, nasceu. Consegui romper com o paradigma que nunca mais namoraria na vida. Comecei a decorar minha casa (e fiquei realmente orgulhosa e feliz de pintar caixas e fazer meu quadro negro). No mestrado até estou enturmando com o pessoal – coisa que nunca fiz desde a Pré-Escola.

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Podemos estar na merda, mas continuamos dançando!

2016 foi péssimo

Mas como o mundo vai muito além das minhas conquistas interpessoais, dá para afirmar com toda a certeza que esse foi um ano péssimo. Longe de querer fazer uma retrospectiva, (mesmo porquê não quero chorar em cima do teclado) é só pensar na política nacional para ver que nada anda bem.

A falta de diálogo entre população e políticos agora é uma realidade entre as pessoas, o mundo parece que dividiu entre preto ou branco, A ou Z, gay ou hétero, etc. e esqueceram que existe uma infinidade de possibilidades no meio do caminho. E neste contexto é difícil conversar, difícil ler, difícil escrever.

Então, apesar de agora estar na pós-graduação, tenho a impressão de que é o ano que menos li e escrevi, por isso o blog está abandonado. A fanpage do Cantos de Goiás também não é tão movimentada quanto antes. Meus trabalhos acadêmicos estão em cima da deadline

O mundo tá louco e as pessoas estão doentes. Ou o mundo tá doente e as pessoas então ficando loucas?

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Eu sou o menino e 2016 é a rampa

Não sei se a ordem dos fatores altera o resultado. O fato é que esse aninho sem vergonha tem certa participação no abandono do blog. O que não quero para 2017, em que tentarei estar mais presente (isso já é uma promessa de ano novo?).

De todo modo, continuo twittando com frequência e às vezes publico no Facebook.

Blog atualizado agora é hora de comprar uvas-passas para o arroz!

E só para não deixar passar batido: #ForaTemer 😉

Anuviada

Para quem nasceu na secura de Goiás é meio escorregadio se adaptar à elevada umidade do ar catarinense, mas como sou torta na vida – tal qual as árvores de galhos tortos e raízes profundas (para buscar água lá no fundo da terra) do cerrado goiano – cá estou: molhadinha, andando entre a água.
De água sempre gostei, por mais que a hora do banho formal, aquele com sabonete e kwell, fosse sempre um drama. Mas de água sempre gostei, por mais que custasse um castigo por tomar banho de chuva ou por ir pro rio sozinha (mas a Manuela foi junto, alegava e me só me incriminava mais), ou por entrar em mar bravo, ou por me molhar com uma garrafinha d’água (!) mais do que devia após uma partida de tênis, ou  por deixar a mangueira ligada para encharcar o quintal… Bom, deu para entender, sim? De água sempre gostei.

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9 coisas cotidianamente complicadas para uma canhota na vida

Ser canhota ou canhoto, às vezes,  quer dizer que você terá de se adaptar à sociedade opressora destra. É difícil perceber, mas a vida ~de direita~ está nos mínimos detalhes – desde usar uma caneta até atirar com um fuzil (!) – impondo o modo de vida de aproximadamente 90% da população mundial para o restante dos humanos que tem facilidade e usa predominantemente partes direitas do corpo.

Ou seja: no fim todo canhoto é um pouco ambidestro e talvez por isso temos a fama de inteligentes (ou de disléxicos e esquizofrênicos). Duvida? Então sente o drama desta ~série fotográfica~ que fiz mostrando situações do meu dia-a-dia como uma canhota na vida no terrível mundo direito.

Você acorda pela manhã e já se decepciona com as…

1. CANECAS LEGAIS – os desenhos nunca são feitos para canhotos (e nos bistrôs sempre servem a xícara  com a ‘asa’ voltada pra mão direita!)

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4 músicas para ouvir enquanto a encomenda não chega

Estou esperando um pacote ser entregue, já há alguns dias, e a loja não me enviou o número de rastreio. Fiquei desesperada! Em que ano estamos para não haver número de rastreio na encomenda? 2005?!

Para distrair resolvi ouvir algumas músicas para enganar a aflição e chorar sem saber onde meu pacote está, mas a verdade é: queria estar morta!

1.  Lana Del Rey – Dark Paradise

all my friends tell me I should move on” esquece esse pacote miga, vai chegar não.

Depois de querer estar morta fiz meus corre e descobri uma forma de rastrear a encomenda através da transportadora. Eis que descubro que o pacote está há 4 dias (!!) em uma cidade vizinha e não sai para entrega.

2. Adele – Hometown Glory

round my hometown” fica só rondando a cidade mas não chega ao destino final

Aí já me alegrei um pouquinho, descobri que o pacote não ficará 2 meses em Curitiba junto com outras encomendas do AliExpress e já comecei a cantar um Gonzaguinha para mostrar como eu queria que o pacote chegasse.

3. Gonzaguinha – Eu apenas queria que você soubesse

eu apenas queria que você soubesse” ou chegasse logo 😦

Até o momento que este post foi publicado a encomenda ainda não havia chegado, mas sei que quando chegar vou sorrir, abraçar, cantar juntinho ♥

4. Luiza Possi – O Portão

“eu cheguei em frente ao portão, meu cachorro me sorriu latindo”. eu, quando a encomenda chegar

Espero não precisar fazer devolução do produto!