Premiação controversa

Por mais que você não tenha assistido ao #Oscar2015 dificilmente não se viu livre do assunto na internet, principalmente se, assim como eu, sua lista de amigos é composta por feministas, homossexuais ou negros (e se você tiver a mesma sorte do que eu, terá uma lista composta por estes três grupos). Saiba, eles foram muito bem representados nesta premiação. Uma premiação controversa.
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Previsões para o Oscar 2015

O Oscar finalmente chegou e, com ele veio a minha corrida para ver os filmes que concorrem as principais categorias. E olha, não foi fácil. Não que tenha sido um fardo assisti-los, mas o fantasma de comparação com o ano anterior não me deu nenhum minuto de folga. Tudo bem que essa de se agarrar ao passado não é bom, então quanto a esse quesito tentei ser firme, imparcial e segui em frente.

Mas eis que me deparo com os defeitos anuais da nossa querida Academia. A desagradável surpresa de, mais um ano, uma lista tão masculina. Produtores, Diretores, Roteiristas, em massa, homens. A famigerada desigualdade de gêneros, que se estende também aos membros da Academia, em sua maioria, homens.

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Vamos aos comentários e apostas para este #Oscar2015?

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Previsões para o Oscar 2015

Todos os anos os cinéfilos de plantão (como eu) esperam ansiosamente pelo Oscar. Embora por vezes contestada, a Academia quase sempre consegue captar o que de melhor chegou às telonas de todo o mundo (ocidental, na maioria das vezes, mas essa é uma crítica para outro post).

A missão que me foi atribuída passa longe de ser simples. Embora os filmes da categoria de melhor filme estejam um pouco mais equilibrados quanto à qualidade dos que os do ano anterior, onde se via os favoritos (O Lobo de Wall Street, 12 Anos de Escravidão e Clube de Compras Dallas) a quilômetros de distância dos outros filmes, esse nivelamento se dá de uma maneira menos brilhante.

Prosseguindo com as cornetadas, a lista elaborada pela Academia traz algumas injustiças. A não indicação de “Interestelar” como melhor filme e de Matthew McConaughey como melhor ator incomodou. A não indicação de Ben Affleck como melhor ator por “Garota Exemplar” também (BRINCADEIRINHA). Ralph Phiennes, por seu papel em “O Grande Hotel Budapeste”, não deveria ter sido esquecido, e muito menos David Oyelowo, com sua cativante e inspiradora interpretação de Martin Luther King em “Selma”. Aliás, esse filme é o maior injustiçado dessa edição do Oscar, recebendo apenas duas indicações, sendo apenas uma nas principais categorias. Continuar lendo